Processo de Beatificação

O Processo do Pe. José Gumercindo teve o seu início em 2015, quando os Diretores Gerais das Congregações Santa Teresinha, Sociedade Joseleitos de Cristo e Divino Mestre, decidiram encaminhar ao então Bispo Diocesano de Serrinha – BA, D. Ottorino Assolari, CSF, o pedido de abertura do processo, que foi acolhido por ele. Dom Ottorino encaminhou a Roma, no dia 25 de abril de 2015, a solicitação de autorização para a introdução da Causa.
No dia 19 de março de 2019, por indicação dos Superiores Gerais da Família Gumercindiana, o Dr. Paolo Vilotta foi nomeado Postulador da Causa de Pe. José Gumercindo Santos.
No dia 1 de agosto de 2019, Dom Ottorino Assolari, CSF aprovou a Oração pela Beatificação do Servo de Deus, Pe. José Gumercindo.

VATICANO CONCEDE O “NADA OBSTA”

No dia 17 de março de 2016, a Congregação para as Causas dos Santos emitiu o “nihil obstat” (nada obsta) em relação à Causa de Beatificação e Canonização do Padre José Gumercindo, notícia recebida com alegria pela Família Gumercindiana. Desde então, temo-nos mobilizado na organização de documentos, escritos e testemunhos de pessoas que conviveram e/ou conheceram o Servo de Deus Pe. José Gumercindo.
Com a emissão desse documento, considerando que o Pe. José Gumercindo faleceu em Feira de Santana, o Arcebispo de Feira de Santana, D. Zanoni Demettino Castro, concedeu em 12 de fevereiro de 2020, autorização para o processo de beatificação e canonização ser instruído na Diocese de Serrinha.
Em 16 de dezembro de 2020, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, acolheu o pedido para o processo correr na Diocese de Serrinha, à qual pertence a cidade de Tucano – BA, onde o Pe. José Gumercindo viveu a maior parte de sua vida.
Nos dias 25 de março de 2021, os Diretores Gerais e alguns membros da Família Gumercindiana, receberam em nosso Seminário São José – Tucano – BA, o Postulador Dr. Paolo Vilotta, para encaminhamentos em vista da abertura do Processo de beatificação e canonização. Na oportunidade, o Postulador conheceu o nosso memorial e o túmulo do Fundador e a Casa Geral da Congregação Divino Mestre. O encontro foi encerrado no dia 26 de março com uma reunião na Cúria Diocesana de Serrinha, BA, com Dom Hélio Pereira dos Santos, novo Bispo de Serrinha e com D. Ottorino Assolari, CSF, Bispo Emérito.
A abertura oficial do processo está prevista para 27 de novembro de 2021 em Tucano – BA, com a instalação do Tribunal Eclesiástico que vai colher os depoimentos das testemunhas que conheceram pessoalmente Pe. José Gumercindo e dos que afirmam terem alcançado, por sua intercessão, bênçãos, graças e curas.

SÍNTESE DAS ETAPAS DE UM PROCESSO DE BEATIFICAÇÃO E CANONIZAÇÃO

– Depois de cinco anos da morte, pede-se o “nihil obstat” (nada contra) de Roma e o candidato à canonização é reconhecido “Servo de Deus”.
– Abre-se o Processo Diocesano, dá-se início às investigações sobre a vida, virtudes e fama de santidade do candidato à canonização.
– Constitui-se o Tribunal Diocesano. O Tribunal será composto pelo Delegado Episcopal, pelo Promotor da Causa e por dois Notários, quando serão realizadas audiências para depoimentos das testemunhas, que vão dizer o que sabem sobre o Servo de Deus, e oficializa-se toda a documentação do processo.
– Os Teólogos Peritos analisam os escritos publicados, editados e não editados, do Servo de Deus.
– Uma Comissão Histórica junta os escritos e documentos, cataloga-os e emite seu parecer. Na primeira fase romana do processo, todo o material elaborado pela Comissão Histórica e pelo Tribunal da Causa é enviado a Roma para estabelecimento da Validade do Processo (constatação de que nada falta para o seu prosseguimento).
Aprovada a validade do processo, é elaborado a Positio, livro que resume toda a documentação e prova que o Servo de Deus viveu, em grau heroico, as 11 virtudes: a) Virtudes Teologais: Fé, Esperança e Caridade; b) Virtudes Cardeais: Prudência, Justiça, Fortaleza e Temperança; e c) Virtudes de Estado Clerical: Pobreza, Humildade, Castidade e Obediência.
A análise e aprovação da Positio, em sua primeira etapa, é feita por oito Consultores Teólogos mais o Promotor da Fé; na segunda etapa, por uma Comissão de Cardeais, Arcebispos e Bispos membros do Dicastério; a terceira etapa, pelo Papa, que emite um Decreto Pontifício declarando que o “Servo de Deus” praticou as virtudes em grau heróico, passando a ser chamado de “Venerável” na sua Diocese.
Na segunda fase romana do processo, a Proclamação de “Beato”, é necessário comprovar a ocorrência de um milagre autêntico (cura instantânea ou muito rápida, perfeita, duradoura e preternatural – que a ciência não pode explicar), que comprove por via sobrenatural a heroicidade das virtudes vividas.
A análise e aprovação do primeiro milagre também têm três etapas: 1ª etapa: Comissão de nove médicos peritos; 2ª etapa: Comissão de Cardeais, Arcebispos e Bispos membros do Dicastério; e 3ª etapa: o Papa emite o Decreto Pontifício declarando o reconhecimento do milagre e que o candidato seja reconhecido como “Beato”.
Na terceira fase, a Proclamação de “Santo”, é necessário comprovar a ocorrência de um segundo milagre autêntico (cura instantânea ou muito rápida, perfeita, duradoura e preternatural – que a ciência não pode explicar).
As etapas são estas: 1ª etapa: Comissão de nove médicos peritos; 2ª etapa: Comissão de Cardeais, Arcebispos e Bispos membros do Dicastério; e 3ª Etapa, o Papa emite o Decreto Pontifício declarando o reconhecimento do milagre e que o candidato seja reconhecido como “Santo”.

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